Governo ainda calcula elevação de isenção de IRPF para R$ 2,5 mil

Os principais jornais indicam a expectativa pela promessa de conclusão, hoje, pela equipe econômica, da redação da proposta de reforma do Imposto de Renda. No entanto, há chances de o texto não ficar pronto hoje. Um dos motivos, como reporta o jornal O ESTADO DE S. PAULO, é que ainda há novas contas sendo feitas na Economia para que a faixa de isenção do IRPF, que subiria de rendimentos de R$ 1,9 mil para R$ 2,4 mil, alcance o patamar de R$ 2,5 mil. A demanda nesse sentido é do presidente Jair Bolsonaro, que, ainda assim, ficaria longe da promessa da campanha de 2018, quando ele chegou a falar em elevar a isenção do imposto para R$ 5 mil. “Segundo técnicos da Receita Federal envolvidos na elaboração das simulações, uma das propostas é não dar o mesmo porcentual de correção para todas as faixas da tabela do IRPF”, anota o jornal.

No jornal O GLOBO, a informação é de que “a equipe econômica avalia elevar a faixa de isenção de forma gradual, em dois anos”. Nesse cenário, o limite subiria, em 2022, para “pouco menos de R$ 2,5 mil” e chegaria a R$ 3 mil no ano seguinte. A definição desse escalonamento tornaria possível, como anota o jornal, “o cumprimento da promessa de campanha do presidente Jair Bolsonaro”.

Em outra frente, os jornais informam sobre a aprovação, pelo Senado, da MP que eleva temporariamente a alíquota de CSLL cobrada dos bancos. No entanto, como houve a inclusão de uma emenda pelos senadores, o texto ainda voltará para nova análise da Câmara. A MP caduca na segunda-feira, dia 28. Os bancos passarão a pagar 25% de CSLL até o fim deste ano, retomando ao patamar atual, de 20%, em janeiro. A emenda aprovada pelos senadores prevê que o aumento de alíquota não será aplicado para bancos de desenvolvimento e agências de fomento. Fonte: Jota

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