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Reforma Tributária considera alíquotas diferenciadas por atividades

(…) No jornal O ESTADO DE S. PAULO, a Coluna do Estadão registra que “parlamentares” que integram o grupo de trabalho da Reforma Tributária na Câmara “veem como irremediável a definição de alíquotas diferenciadas para setores de serviços, como educação, saúde, transporte público e agroindústria, o que enfraquece a tese de tratamento único para todos os contribuintes defendida pelo Ministério da Fazenda”. Ao jornal, o deputado Mauro Benevides Filho (PDT-CE), um dos membros do GT, avalia que uma alíquota intermediária para a educação, por exemplo, “destrava a reforma”. “Com três alíquotas diferenciadas, as empresas se acalmam”, afirma. Fonte: Jota Matinal

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