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Relator rechaça liberar projeto do IR caso não haja acordo por mudanças

Os principais jornais chamam a atenção para a elevação de tom do senador Angelo Coronel (PSD-BA), relator da reforma do Imposto de Renda. Em declarações dadas ontem em uma live promovida pelo Centro de Estudos das Sociedades de Advogados (Cesa), Coronel voltou a rejeitar pressão e indicou que, se não houver mudanças no texto, como a exclusão da taxação de dividendos, ele poderá segurar o relatório até o fim de seu mandato, em 2026. “Quero tranquilizar o mercado. Não vou apresentar relatório com o que está incluso. Pode passar um ano, dois ou o tempo do meu mandato, que faltam cinco anos”, disse. Conforme texto no jornal O ESTADO DE S. PAULO, o senador “já avisou lideranças que ‘não dá para fazer um relatório sob pressão e na pressa que eles querem’”.

Na FOLHA DE S.PAULO, reportagem mostra que os governos do Maranhão e de Minas Gerais apresentaram ao Comsefaz uma proposta que envolve o travamento do preço de referência, calculado quinzenalmente, que serve de base para a cobrança de ICMS sobre os combustíveis pelos estados. A ideia é que esse levantamento quinzenal não leve em conta, até o fim do ano, novos aumentos no preço dos combustíveis. “A proposta, porém, não é consenso e encontra barreiras para ser viabilizada”, anota a reportagem. O presidente do comitê de secretários de Fazenda, Rafael Fonteles, disse ao jornal que o foco do grupo segue sendo o de “explicar para os senadores acerca das consequências desastrosas desse projeto [que muda a forma de cálculo do ICMS]”. Fonte: Jota Matinal

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